Gucci Jackie, história e suas diversas releituras.

Luxo

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30 de setembro de 2020

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Não tem discussão: quando alguém fala em bolsa icônica e de grife, a primeira lembrança que vem à mente, claro, é a Jackie da Gucci. Afinal, ela foi a queridinha fashion da primeira-dama dos Estados Unidos, Jacqueline Kennedy Onassis, até hoje uma das mais celebradas referências de elegância e bom gosto do mundo da moda.

Jacqueline Kennedy Onassis

Com seu formato de meia-lua curvado e ferragem exclusiva, com alça para o ombro, a Jackie inicialmente recebeu o nome pouco inspirado de Constance, quando foi criada, na década de 1950. Quando Jacquelinne Kennedy se mudou para a Casa Branca levou consigo 6 bolsas dessa, que logo a elegeu como item indispensável de seus principais looks. Em sua homenagem, a famosa marca italiana rebatizou a it bag para Jackie O.

Mas não foi só a socialite primeira-dama dos Estados Unidos que caiu de amores pela bolsa. Nomes como o de Barbra Streisand e Julie Andrews, entre outras, também encabeçariam a longa lista de celebridades que aderiram ao acessório.

Barbra Streisand

Produzida a partir de um processo todo especial, em diversas cores e tecidos, as bolsas Jackie são criadas com couros muito requintados, como de crocodilo, phyton e avestruz, e recebem acabamento de alto luxo, marca registrada da Gucci.

E ao longo dos anos, para adaptá-la à evolução da moda, recebeu inúmeras releituras, tornando-a ainda mais requisitada. Por exemplo, em 2009, quando a Gucci lançou uma releitura da Jackie, o Shopping Iguatemi, de São Paulo, acumulou uma lista de espera de mais de 20 peças.

Já em 2019, sua releitura recebeu canvas fúcsia com acabamento de couro texturizado e tecido floral

Já este ano ela recebeu uma atenção especial da equipe de criação da Gucci em função das novas premissas da marca. Seu diretor criativo Alessandro Michele, mostrando novamente o seu inspirado gosto por uma estética eclética e um apreço pelo vintage, levou a famosa marca italiana ao pioneirismo de lançar uma categoria de compras com peças que podem ser usadas tanto por homens como por mulheres e outras designações (o chamado genderless), chamada Gucci MX.

Segundo comunicado da Gucci, “a iniciativa pretende desconstruir binários preconcebidos e questionar como esses conceitos se relacionam com nossos corpos. Celebrando a autoexpressão em nome de toda a igualdade de gênero.”

Para enfatizar ainda mais essa nova categoria de compras, Alessandro Michele colocou a bolsa Jackie em homens e mulheres e gostou muito do resultado. Segundo ele, a it bag é um item da coleção da Gucci que se mostrou atemporal, e com poucos ajustes pôde ser adequada para ambos os sexos, sem abrir mão de seu design original.

Gucci Jackie Vintage

Classificando a bolsa como “interessante para todos”, o diretor criativo a incluiu no extenso catálogo da Gucci MX, que conta com roupas, sapatos, acessórios e outros modelos de bags, todos adaptados para o conceito genderless, mas que mantiveram o bom gosto e a elegância característicos de todas as peças produzidas pela gigante fashion italiana.

Gucci Jackie Bag

Além dessa releitura, para este ano de 2020 (que ano!!!) a Jackie também passou por outra releitura para compor a coleção outono/inverno da Gucci. Foram lançados três tamanhos (Mini, Pequeno e Médio) mantendo, mesmo assim, o design original e os detalhes que fazem dela uma das bags preferidas do mundo fashion.

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